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Politécnico do Porto reformula oferta formativa

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O Instituto Politécnico do Porto (IPP), que conta atualmente com mais de 18 mil alunos, vai alterar a oferta formativa, passando das atuais sete para oito escolas, o que implica a reestruturação de mais de uma dezena de cursos.

A reforma do IPP foi aprovada esta quarta-feira pelo conselho geral desta instituição de Ensino Superior.
De acordo com Rosário Gamboa, presidente do IPP, de entre várias alterações sobressaem as mudanças no polo 2 do IPP, o de Vila do Conde/Póvoa de Varzim, que atualmente é ocupado pela Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) e que será transformada em Escola Superior de Hotelaria e Turismo (ESHT), com três licenciaturas e dois mestrados, somando-se a criação da Escola Superior de Media e Design (ESMD) com quatro licenciaturas e dois mestrados.
A responsável não adiantou prazos nem datas para a entrada em vigor destas alterações, avançando apenas que “quando a nova visão arrancar o IPP manterá o mesmo número de vagas e de oferta”. As escolas irão partilhar serviços, nomeadamente os administrativos.
Alguns cursos que atualmente estão no polo de Vila do Conde/Póvoa de Varzim, nomeadamente os relacionados com a área de engenharia, vão passar para o Porto para integrar o Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP).
Já o curso de Recursos Humanos, bem como o de Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação, vão integrar o Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP).
No total, incluindo o curso de engenharia mecânica transferido para o Porto no último ano letivo, serão cinco as licenciaturas alvo de transição no que se refere às alterações do polo 2 que ainda inclui mudanças de formações/disciplinas atualmente ministradas no ISCAP e na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE).
Para Rosário Gamboa, esta reestruturação “teve e terá muito em conta a participação e opinião dos alunos, e, através deles, das suas famílias, bem como dos docentes e outros membros da esfera académica”.
As transições poderão ser feitas por etapas e “sempre com comissões de transição” associadas ao processo, “não existindo um figurino único” em relação à forma como cada curso ou área será reestruturado.
Esta reforma do IPP traduz-se na reafetação de cursos entre unidades orgânicas, num total de 17 cursos, na descontinuidade de dois e na criação de três novos.

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