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Polícia Municipal do Porto vai ser reforçada em 2018

Polícia Municipal do Porto vai ser reforçada em 2018
A Polícia Municipal do Porto vai ter um reforço de 94 efetivos em 2018, passando de 119 para 213 elementos.

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“A Polícia Municipal (PM) do Porto tem 119 elementos e terá 213 em 2018. Para além disso, tem 142 colaboradores não policiais”, revelou o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, na reunião camarária pública em que foi aprovado, com a abstenção do vereador da CDU, o regulamento de funcionamento e organização daquela polícia.
O documento é uma exigência da nova legislação referente às polícias municipais do Porto e de Lisboa, compostas exclusivamente por elementos da PSP.
Segundo o comandante da PM do Porto, Leitão da Silva, em causa está o decreto-lei n.º 13, de 26 de janeiro de 2017, que “não dá competências distintas” às polícias municipais do Porto e de Lisboa, apenas “clarifica que a proveniência dos seus agentes é a PSP”.
“A lei especifica que tem de haver um regulamento e estipula uma nova forma de colaboração entre as forças de segurança”, disse.
Na sessão camarária desta terça-feira, a vereadora da Mobilidade, Cristina Pimentel, admitiu fazer uma “repavimentação provisória” na rua de São Roque da Lameira, na zona de um corredor BUS que foi alvo de queixas de um morador, devido ao “avançado estado de degradação”.
Também durante a reunião, o vereador Rui Loza, administrador da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana, esclareceu que aquela entidade, detida maioritariamente pelo Estado, decidiu colocar no mercado de arrendamento, “por cinco anos”, algumas habitações recuperadas que não conseguia vender e que acabaram por ser alugadas a turistas.
Foi ainda aprovada a transferência, para a empresa municipal Domus Social, da gestão e manutenção de 23 casas reabilitadas no âmbito do Fundo Imobiliário criado para demolir o Bairro do Aleixo.
De acordo com a proposta, a que a agência Lusa teve acesso, estão em causa habitações nas ruas Mouzinho da Silveira, da Bainharia e das Musas e “os gastos totais de reabilitação dos dois imóveis foram no valor de 1,1 milhão de euros”.
O presidente da câmara esclareceu que as casas recuperadas pelo Fundo Imobiliário estavam “prontas há bastante tempo”, mas “tinham um conjunto de defeitos” que foi necessário reparar antes de as transferir para a gestão da Domus Social.

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