Já a partir de janeiro, a instituição pretende contratar 40 assistentes operacionais, um avanço que se junta a outro já concretizado, que permitiu celebrar contratos de trabalho definitivos com 24 enfermeiros que já prestavam serviços, revelou uma fonte à agência Lusa.
Os profissionais agora contratados vieram reforçar as equipas de enfermagem dos serviços de cirurgia, medicina, obstetrícia, ortopedia, urgência e urologia.
José Ribeiro, enfermeiro diretor do CHTS, explicou que a conversão dos contratos de trabalho significa “o combate à precariedade”, mas “aumenta também o nível motivacional dos profissionais, culminando com a sua fixação”.
“Estas novas condições, bem como as recentes e futuras contratações de enfermeiros, procuram dotar o centro hospitalar de profissionais que fazem falta e que são fundamentais para o dia a dia dos cuidados hospitalares”, explicou.
O reforço orçamental permitirá também, em 2017, “abrir as portas a outros investimentos e projetos onde os recursos humanos são fundamentais”.
À Lusa, o presidente da administração, Carlos Alberto, frisou que “o CHTS tem uma produção elevadíssima e de grande qualidade, graças aos seus profissionais”. Contudo, prosseguiu, “chega a uma altura em que é preciso criar mais e melhores condições”.
“É esse o nosso objetivo”, assinalou, recordando que naquele centro hospitalar, com sede em Penafiel, existe a segunda maior urgência do Norte do país.