PUB
Santander Saúde

Obras no antigo Matadouro de Campanhã vão iniciar-se em 2017

Obras no antigo Matadouro de Campanhã vão iniciar-se em 2017

PUBLICIDADE - CONTINUE A LEITURA A SEGUIR
O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, afirmou esta quarta-feira que a reconversão do antigo matadouro de Campanhã para instalar um polo económico, cultural e de coesão só irá arrancar no próximo ano.

“O projeto de arquitetura está pronto, agora temos de avançar com as especialidades e, depois, abrir um concurso público internacional, por isso, as obras vão demorar sempre mais de um ano a arrancar”, disse o autarca, durante a apresentação do projeto.
O novo espaço, com um investimento de 10 milhões de euros, terá dez valências: uma “Área de Empresas Criativas e Tecnológicas”, “Museu da Indústria”, “Arte e Comunidade”, “Reserva de Arte Contemporânea”, “Nave-multiusos”, “Laboratório de Gastronomia”, “Estúdios Média e Audiovisual”, “Artes e Ofícios Tradicionais”, “Polo de Desporto” e “Residências Artísticas”.
O projeto para o equipamento contempla “uma passagem privilegiada e ligação ao metro para servir visitantes, trabalhadores e a população residente na zona da Corujeira” e um “novo atravessamento pedonal entre a Via de Cintura Interna (VCI) e a linha de caminho de ferro”.
Desativado há mais de 20 anos, o antigo Matadouro Industrial de Campanhã está implantado num terreno com 29 mil metros quadrados e resulta de um projeto aprovado em 1910 pela Câmara do Porto
Segundo Rui Moreira, este projeto “cola três partes do triângulo prioritário para a cidade” que é a economia, cultura e coesão social, no qual os portuenses “confiaram”.
“Queremos que este espaço, que equivale a três campos de futebol, passe a ser uma rua do Porto onde as pessoas passem, estejam ou pratiquem atividades”, avançou o autarca.
Um terço do edifício será dedicado a empresas, algo que, para Rui Moreira, “vai trazer gente, trabalho e emprego”.
Rui Moreira frisou que o executivo “sabia que não queria vender, nem demolir o matadouro”, tendo sido esta uma opção que vai beneficiar a cidade.
O presidente da Junta de Freguesia da Campanhã, Ernesto Santos, afirmou que um projeto “desta grandeza” não pode ser visto como apenas local, mas numa “dinâmica de cidade”.

PUBLICIDADE - CONTINUE A LEITURA A SEGUIR

PUB
Pingo Doce- Revista Sabe Bem