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Obras de requalificação do Bolhão finalizadas em 2019

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As obras subterrâneas do mercado do Bolhão vão começar no início de agosto, no entanto, só em 2017 é que os comerciantes vão ser transferidos para o mercado temporário cuja localização ainda está por definir. As obras vão apenas terminar em 2019.

Em comunicado, a autarquia de Rui Moreira aponta a conclusão da modernização do Bolhão para 2019 e refere que esta primeira empreitada de oito meses, relativa ao desvio de uma linha de água, torna “irreversível” a recuperação do equipamento, depois de “mais de três décadas de avanços e recuos”.
A Câmara anuncia que as obras no interior do edifício começam “na primeira metade” de 2017, demoram dois anos e vão levar os comerciantes a um mercado temporário “muito próximo”, mas cuja localização ainda não está definido entre as “várias alternativas” do município.
Para já, as máquinas avançam “no exterior e no subsolo”, para desvio “de várias infraestruturas” e, “sobretudo, de uma linha de água” que atravessa todo o imóvel para as ruas Sá da Bandeira e Fernandes Tomás.
Logo “nos primeiros dias de agosto”, os trabalhos vão provocar “alguns constrangimentos no trânsito”, nomeadamente o corte da rua Fernandes Tomás, entre as ruas Alexandre Braga e Sá da Bandeira.
A rua Formosa passa a ter dois sentidos no troço entre Sá da Bandeira e Alexandre Braga.
Por outro lado, a rua Sá da Bandeira verá eliminado um dos sentidos de circulação no troço compreendido entre as ruas Formosa e Fernandes Tomás.
Esta primeira empreitada é tida como fundamental, uma vez que “sem estas obras agora lançadas e orçadas em cerca de 800 mil euros, seria impossível intervir a fundo na estrutura do edifício, obra cuja urgência está sinalizada desde os anos 80 do século passado”, explica o município.
A Câmara esclarece ainda ter autonomizado esta fase das obras para “agilizar todo o processo de empreitada e minimizar os constrangimentos dos comerciantes do mercado”.
Isto porque estes trabalhos não implicam a saída dos lojistas e fica “sempre garantido o acesso ao mercado e a todas as lojas do exterior”.
“Segundo o calendário agora estabelecido, os comerciantes ficarão instalados no espaço temporário durante a realização da empreitada principal de restauro e modernização do edifício, período estimado em 24 meses, a iniciar na primeira metade de 2017”, revela a autarquia.
A partir desta terça-feira, o Gabinete do Mercado do Bolhão vai começar a reunir-se com “cada um dos comerciantes”, à semelhança do que aconteceu numa “primeira ronda de entrevistas”, para ajudar “a Câmara a encontrar soluções”.
De acordo com a autarquia, está “nesta altura em preparação o lançamento dos concursos públicos necessários para adjudicação das empreitadas seguintes” para o Bolhão.

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