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Obras da 32ª Bienal de São Paulo em exposição em Serralves

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“Incerteza Viva: Uma Exposição a Partir da 32ª Bienal de São Paulo” estará patente ao público no Museu e Parque de Serralves, a partir deste sábado, 1 de julho, e até 1 de outubro.

Realizada pela Fundação Bienal de São Paulo em parceria com o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, a mostra procura refletir sobre as atuais condições de vida e as estratégias oferecidas pela arte contemporânea para acolher ou habitar incertezas.
A exposição – composta por pinturas, esculturas, vídeos e instalações de 14 artistas e coletivos –  foi reconfigurada de acordo com o contexto único do Parque e do Museu de Serralves.
Para a apresentação no Parque foram encomendados cinco pavilhões a ateliês de jovens arquitetos do Porto (depA, Diogo Aguiar Studio, Fahr, fala atelier e Ottotto). Estas estruturas vão apresentar obras de Gabriel Abrantes, Jeremy Deller / Cecilia Bengolea, Priscila Fernandes, Barbara Wagner / Benjamim de Burca e Jonathas de Andrade.
Ainda no Parque, Carla Filipe irá apresentar uma obra construída a partir da recolha de plantas comestíveis não-convencionais (PANCS), Alicia Barney mostrará o Vale de Alicia e estará também patente uma obra sonora de Öyvind Fahlström. No Museu, serão mostradas obras de Lais Myrrha, Lourdes Castro, Vídeo nas Aldeias, Leon Hirszman, Grada Kilomba e uma instalação de Sonia Andrade na Galeria Contemporânea.
Trata-se da segunda apresentação da Bienal de São Paulo em Serralves (a primeira foi em 2015), que será acompanhada por um catálogo amplamente ilustrado com imagens de todas as obras em exposição. Inclui textos do curador Jochen Volz, da co-curadora Júlia Rebouças e de João Ribas, diretor adjunto e curador sénior do Museu de Serralves.

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