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O “salto” que o Porto deu no último ano no mercado de… escritórios

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O mercado de escritórios no Porto está a atravessar uma fase de forte valorização, com destaque para as zonas prime, onde os preços de venda subiram entre 12% e 15% no último ano. Os dados constam do mais recente relatório da MVGM, empresa europeia especializada em gestão imobiliária, que analisa a evolução do setor no segundo trimestre de 2025.

Segundo o estudo referido pela Executive digest, o preço médio de venda na cidade Invicta atingiu os 2.436 euros por metro quadrado, o que representa uma valorização anual de 15% e um crescimento de 4,6% em relação ao trimestre anterior. A MVGM aponta o crescente interesse dos investidores, nacionais e internacionais, como um dos motores desta tendência, especialmente em localizações de elevada procura.

Filipa Moreira, diretora de escritórios da MVGM Portugal, considera que o mercado portuense está a consolidar-se. “Assistimos a um amadurecimento natural do setor na cidade do Porto. O aumento no valor dos ativos reflete a atratividade de determinadas zonas, enquanto o arrendamento passa por uma fase de equilíbrio, típica de mercados mais maduros”, afirma.

Apesar do aumento nas vendas, o mercado de arrendamento registou uma ligeira descida, com o preço médio a fixar-se nos 14,8 euros/m², o que representa variações de -0,2% no trimestre e -2% no último ano. A MVGM interpreta esta correção como um sinal saudável de ajustamento entre a oferta e a procura.

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Porto em destaque no mapa europeu do investimento

O relatório sublinha ainda que o Porto está a ganhar visibilidade no panorama internacional, posicionando-se como um polo estratégico de investimento em imobiliário de escritórios, a par de Lisboa. A valorização dos ativos, aliada a projetos de reabilitação urbana e à crescente atratividade da cidade para empresas e startups, continua a colocar a Invicta no radar de quem procura oportunidades sustentáveis e com margem de crescimento.

A MVGM prevê que esta tendência se mantenha ao longo dos próximos trimestres, com maior procura por espaços de qualidade, integração com transportes e soluções flexíveis, especialmente em zonas centrais e em expansão.

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