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Metro do Porto

O investimento de 20 milhões que a TAP vai fazer no Aeroporto do Porto

O investimento de 20 milhões que a TAP vai fazer no Aeroporto do Porto

Ao que tudo indica, vai ser construído um novo hub de manutenção no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto. Este representará um investimento na ordem dos 20 milhões de euros, sendo capaz de criar cerca de 200 postos de trabalho.

O anúncio foi feito esta terça-feira, dia 13 de janeiro, pela TAP. O CEO da empresa, Luís Rodrigues, pretende assim recorrer menos a serviços externos. “O ‘hub’ de manutenção é um ativo fundamental para nós” – refere o próprio.

De acordo com o Expresso, a  construção será feita ao longo dos próximos dois anos, quando o processo administrativo estiver completo. Luís Rodrigues disse ainda que terá capacidade “para dois aviões da família Airbus 320 ou similares”.

“Temos aqui [com o projeto] uma eficiência de custos, não só pelo nosso posicionamento, mas também pela superior capacidade que temos de fazer esse trabalho” – acrescenta. Um dos objetivos desta nova criação é também libertar espaço em Lisboa.

Quem também falou sobre os novos planos da TAP foi Carlos Oliveira. O presidente do Conselho de Administração disse que “a partir de julho, vamos, a partir do Porto, ter voos para a Terceira, para Cabo Verde, destino Praia. E também, no próximo inverno, vamos já reforçar o Porto-Boston, que deixa de ser uma rota sazonal para se transformar numa rota para todo o período”.

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Outra ligação que será lançada é Porto-Telavive, com quatro voos por semana. “O plano estratégico para os próximos três anos da TAP, prevê também que aumentemos, até 2028, novos destinos intercontinentais a partir do Porto, diretos” – explica.

Expansão do Aeroporto do Porto?

A procura pelo Porto é cada vez maior e o próprio Governo já manifestou o desejo de expandir a área desta infraestrutura. O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, já manifestou o desejo de constituir um grupo de trabalho, para analisar a expansão futura do aeroporto.

“Não queremos fazer aquilo que aconteceu em Lisboa. Se não começarmos a desenhar esta expansão em conjunto convosco agora, de certeza que vamos criar injustiças estruturais, iniquidades, incapacidade de podermos ter o território alinhado com o crescimento. E hoje temos esse problema em Lisboa” – referiu.

Miguel Pinto Luz acrescenta ainda que “temos o problema do ruído, temos o problema daqueles que não querem mais tráfego no Humberto Delgado, temos o trânsito que chega ao aeroporto”. Por isso, conclui que “desenhar de forma simbiótica aquilo que é uma infraestrutura que serve toda esta região”.

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