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“Naturalmente pelo Ambiente” junta horta comunitária, compostagem caseira e reciclagem

“Naturalmente pelo Ambiente” junta horta comunitária, compostagem caseira e reciclagem

A iniciativa, promovida pela Maiambiente, vai dar a conhecer o projeto da Horta Comunitária de Fundo de Vila, que irá nascer brevemente, em Milheirós, Maia.

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“Naturalmente pelo Ambiente” realiza-se esta quinta-feira, no Parque Central da Maia (no jardim em frente ao Fórum da Maia), entre as 15h e as 20h.
A apresentação pública do Projeto de Arquitetura da Horta de Fundo de Vila está marcada para as 18h, altura em que será assinado o protocolo de cooperação entre as entidades envolvidas: Maiambiente, Lipor, Câmara Municipal da Maia e Junta de Freguesia de Milheirós. O projeto de arquitetura foi da responsabilidade do Gabinete Verdepróspero, com assinatura da Arquiteta Paisagista Renata Ferreira com a colaboração da Arquiteta Paisagista Cláudia Vilar.
Durante a tarde, entre as 15h e as 20h, será ainda possível participar em workshops de compostagem caseira e reciclagem e viver momentos muito divertidos: insufláveis, pinturas faciais, música e muita animação.

horta_maiaSobre a Horta de Fundo de Vila
Todos os residentes no concelho da Maia podem ter acesso a um talhão na Horta de Fundo de Vila. A entidade gestora do projeto procederá à seleção dos candidatos à utilização dos talhões disponíveis, tendo em conta os critérios de seleção definidos no Acordo de Utilização. O formulário de inscrição está disponível na Maiambiente, Câmara Municipal da Maia, Junta de Freguesia de Milheirós ou LIPOR.
“Utilizar um talhão, de terreno cultivável, inserido num espaço vedado e com ponto de água de utilização comum disponível, ter um compostor individual ou comunitário, o qual devem utilizar para fazer compostagem caseira e utilizar o produto final na horta e a frequência de ações de formação em agricultura biológica” são alguns dos benefícios enumerados pela entidade gestora da Horta.
Já o utilizador deve “utilizar e zelar pela boa conservação e manutenção do talhão e do compostor individual ou comunitário, mantendo o processo de compostagem ativo, estando sujeitos a avaliações periódicas por parte do gestor; utilizar apenas meios e técnicas de cultivo biológico; promover a diversidade de cultivos (hortícolas e plantas aromáticas e medicinais); divulgar e disseminar as práticas da compostagem caseira, agricultura biológica e do consumo sustentável; e garantir o asseio, segurança e bom uso do espaço da horta, cumprindo as regras de limpeza e imagem do local”, entre outras responsabilidades.

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