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Ministro da Defesa anunciou redimensionamento de efetivos no setor militar

“Precisamos de um redimensionamento para que as Forças Armadas possam continuar a exercer as suas funções de forma mais equilibrada no que toca aos custos com pessoal”, anunciou, em declarações ao Porto Canal. Ainda assim, o responsável não confirmou se poderá estar em causa a não renovação de contratos a 12 mil militares.
De acordo com a Lusa, uma fonte militar esclareceu que o relatório de revisão do estatuto profissional já tinha sido entregue à tutela, contendo a indicação de que as carreiras estão “manifestamente desajustadas” e defendendo uma “redução dos custos com remunerações nos postos de topo”. Em resposta, a Associação Nacional dos Sargentos (ANS) assegurou que não pretende “ficar de braços caídos” perante a “destruição e desagregação das Forças Armadas”, salientando a “falta de respeito” do Governo “para com a lei e para com os cidadãos”. O presidente da ANS, António Lima Coelho, avisou, assim, que a entidade não aceita “ser parte da comissão liquidatária das Forças Armadas, nem assistir a isto de braços caídos”. “Isto mostra falta de respeito por aqueles que, em última instância, dão a vida para que a Constituição seja respeitada e para que os cidadãos que estão a tomar estas medidas tenham os seus cargos e a sua liberdade de agir como agem”, realçou.

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