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Metro do Porto garante que “mais de 90% da área ocupada” por obras fica livre ainda em 2024

Metro do Porto garante que

Já cheira a fim de obras nos trabalhos da Metro do Porto. Quem sugere isso mesmo é o presidente do Conselho de Administração. De acordo com Tiago Braga, “mais de 90% da área ocupada” pelas obras da Linha Rosa vai ficar livre.

A informação foi referida esta sexta-feira, que ficou marcada por mais um grande passe para a empresa de transportes portuense. Recorde-se que a Metro do Porto inaugurou a extensão da Linha Amarela até Vila D’Este.

Isso, a juntar às declarações de Tiago Braga dá boas perspetivas aos portuenses e a quem visita a Invicta, já que o fim está próximo. Segundo o JN, com base no representante da Metro do Porto, o traçado entre a Casa da Música e São Bento está pronto.

A empreitada deverá ficar totalmente acabada até ao mês de julho de 2025, com base na mesma fonte. Nesta fase, é altura de dar os últimos retoques. De forma a explicar o que ainda está pela frente, Tiago Braga compara os novos percursos a uma casa.

“É como se tivéssemos a nossa casa construída e agora falta a carpintaria, a serralharia, as telecomunicações” – referiu o próprio. Recorde-se que a obra em questão tem um custo que ronda os 305 milhões de euros, financiados por fundos europeus em 45% do valor.

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O projeto de crescimento da Metro do Porto é ambicioso e, nesse sentido, esta manhã ficou-se a saber mais um reforço de orçamento oriundo do programa Sustentável 2030. Este tem um valor total de 96 milhões de euros, repartido em duas tranches iguais (48 milhões cada uma).

Ainda assim, importa fazer uma nota quanto aos condicionamentos de trânsito. Devido à colocação das vigas por cima da estação da Galiza, Tiago Braga refere que a Rua de Júlio Dinis terá de “migrar” para cima da estação.

Por outras palavras, isto acontece porque a empresa está a construir “muitas entradas e muitas saídas que não obriguem as pessoas a cruzar a rua”. Assim, prevê-se que haja um atravessamento pedonal por baixo da Rua de Júlio Dinis.

Importa salientar que, neste processo, não se pode bloquear o acesso ao Hospital de Santo António. De forma a cumprir com esse objetivo, a estrutura da rua vai passar “para cima da estação nas próximas semanas”.

Foto: VIVA! Porto

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