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Mercado Nazareno em Santo Tirso para assinalar Páscoa

Mercado Nazareno em Santo Tirso para assinalar Páscoa
O concelho de Santo Tirso recebe no fim de semana de Páscoa, de 25 a 28 de março, o Mercado Nazareno, iniciativa que contará com mais uma centena de atores, figurantes, artesãos e gastrónomos e que terá recriações bíblicas e históricas ligadas à época.

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Na edição do ano passado, a Câmara de Santo Tirso registou a visita de cerca de 30 mil pessoas, com o presidente, Joaquim Couto, a destacar a “grande procura” de visitantes quer da região, quer da zona da Galiza, Espanha.
“É uma iniciativa diferenciadora relativamente ao que existe à volta do nosso concelho. Uma iniciativa que tem vindo a ser melhorada do ponto de vista técnico e histórico nomeadamente no rigor das representações”, referiu, à Lusa, Joaquim Couto.
O Mercado Nazareno vai transformar a Praça 25 de Abril, mesmo em frente ao edifício dos Paços do Concelho, no centro da cidade, numa aldeia histórica com um programa que inclui recriações sobre os últimos instantes da vida de Cristo, num cenário com cutelaria e grinaldas, olaria e sabões terapêuticos, jesuítas e pão em forno de lenha.
O evento abre às 10h de dia 25, exatamente o dia que a Igreja Católica chama de Sexta-Feira Santa, e depois de representações como “O Batismo”, “O Pão Sagrado”, “A Chegada a Jerusalém” ou a “Via Sacra”, culmina com a “Crucificação”.
No sábado, o destaque vai para “Dor de Mãe” com Maria que chora em frente ao túmulo do seu filho e o dia termina com a “Parábola do Trigo e do Joio”.
O domingo de Páscoa é dedicado à “Ressurreição” e, mais tarde, Jesus fará “A Aparição”, ficando “A última ceia” guardada para segunda-feira, último dia de Mercado Nazareno.
“É uma aposta ganha. Deste modo o Município promove o turismo, promove a economia local e divulga as suas principais marcas e potencialidades”, afirmou o autarca.
Ao longo dos quatro dias, as bancas de venda de artesanato vão conviver com uma área de diversão infantil e com mostras de animais vivos num recinto a lembrar uma típica aldeia da época com artes e ofícios, sendo novidade os espetáculos com aves de rapina.

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