De acordo com José Pedro Rodrigues, vereador dos Transportes e Mobilidade da autarquia, a obra autorizada naquela via, também conhecida como Itinerário Complementar (IC) 1, vai evitar que as ambulâncias passem pela rotunda AEP, uma zona de “grandes estrangulamentos e constrangimentos de trânsito” que, em média, coloca mil daquelas viaturas de emergência “em situação de risco” por mês.
José Pedro Rodrigues vai pedir à Infraestruturas de Portugal autorização para fazer a obra, orçada em cerca de 120 mil euros, “o mais depressa possível”. O responsável disse ainda que os procedimentos concursais necessários para a realização da empreitada vão ser céleres.
De acordo com o despacho do secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme Waldemar Goulão dos Reis d’Oliveira, o acesso, a construir pela autarquia “aproximadamente entre os quilómetros 5,110 e 5,020, no sentido norte–sul”, destina-se, “única e exclusivamente, a ambulâncias em serviço de emergência”.
A proposta aprovada por unanimidade pela autarquia em 2014 previa a construção, uns metros depois da bomba de gasolina, de um corredor para fazer a ligação à zona da urgência do hospital, com um controlo de vigilância centralizado que garanta que o acesso é feito exclusivamente pelos veículos a que está destinado.
“Esta luz verde é uma decisão com enorme significado para a resolução de um problema grave de Matosinhos”, afirmou José Pedro Rodrigues.