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Matosinhos desaconselha idas a banhos nas praias do concelho até março

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A autarquia de Matosinhos desaconselhou, esta segunda-feira, a utilização balnear ou recreativa da água das praias do concelho até ao final de março do próximo ano, devido a obras na Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da cidade.

“Tendo em conta a necessidade de acautelar a saúde de todos os utilizadores das praias, a Câmara Municipal de Matosinhos desaconselha a utilização balnear ou recreativa da água de todas as praias do concelho até ao final do mês de março de 2017”, refere a autarquia em comunicado.
A intervenção na ETAR decorrerá “previsivelmente até março de 2017” e “implicará a interrupção pontual e parcial do atual sistema de tratamento primário, tendo em vista a integração dos novos equipamentos e a interligação dos sistemas”, acrescenta.
A autarquia indica ainda que “embora se trate de interrupções parciais e de curta duração, planeadas de modo a não prejudicar o normal decurso da época balnear, é possível que os trabalhos a realizar nos próximos meses tenham reflexos na qualidade da água das praias com concelho”.
A Câmara Municipal de Matosinhos acrescenta que “as entidades que lidam diretamente com o mar e com a salubridade pública” já foram devidamente informadas, “bem como todas as associações desportivas que utilizam o mar de Matosinhos para a prática das suas atividades”.
Durante este período de obras a qualidade da água continuará a ser permanentemente monitorizada e, caso se justifique, serão adotadas novas medidas, garante ainda a autarquia.
Em agosto, a Associação Sistema Terrestre Sustentável – Zero analisou dados reunidos pela Agência Europeia do Ambiente (EEA na sigla em inglês) para as instalações em Portugal, concluindo que no meio aquático, a Estação de Tratamento de Águas Residuais [ETAR] de Matosinhos era a instalação mais poluente dos recursos hídricos do país.
Na altura, a autarquia assegurou não estar “minimamente em causa a saúde pública ou a qualidade das praias do concelho” e informou que aquela unidade está a ser objeto de uma obra de ampliação orçada em 16 milhões de euros que “a adaptará às novas normas europeias”.

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