Durante uma ronda pelos projetos mais alternativos da criação artística da cidade, Pizarro salientou que pretende concentrar-se na “valorização da programação das estruturas que existem e na reabilitação das que estão em mau estado”, ainda que admita investir “numa ou outra estrutura em freguesias mais periféricas do Porto, de pequena e média dimensão”.
O primeiro passo será o de “devolver o teatro Rivoli ao Porto, fazendo um concurso para um programador e devolvendo o teatro para uma programação com componente para um público vasto mas também mais alternativa”. O socialista quer ainda reabilitar o Teatro Sá da Bandeira, “um teatro em muito mau estado de conservação”, que ficaria destinado para “um público mais conservador”.