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Mais de 35 mil discos de vinil integram a Fonoteca Municipal do Porto

Mais de 35 mil discos de vinil integram a Fonoteca Municipal do Porto

Será um espaço dedicado à apreciação musical e à indústria da música e do audiovisual. A inauguração da Fonoteca Municipal de Vinil da Câmara do Porto está marcada para finais de setembro.

O acervo do arquivo sonoro municipal é composto por uma coleção de 35 mil fonogramas em formato de vinil – “prontos para serem ouvidos” -, que resulta de duas doações feitas ao município pela RDP e pela Rádio Renascença, no ano de 2008.

Integrado na Plataforma Campanhã, no pavilhão devoluto da Rua de Pinto Bessa, o complexo sofreu obras de recuperação e adaptação, estando agora pronto a receber a Fonoteca Municipal.

Este pretende ser um “espaço de apreciação musical” e de “fruição deste património” que, em breve, “fará parte de um projeto público de apreciação e de fruição musical”, onde “as pessoas podem vir, conhecer, aprender música e o património musical português e internacional”, explica Guilherme Blanc, diretor de Cinema e Arte Contemporânea da Empresa Municipal Ágora Porto, que visitou o espaço na passada sexta-feira, acompanhado pelo presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira.

A inauguração da Fonoteca Municipal de Vinil está prevista para o final do mês de setembro, coincidindo com o arranque da nova temporada.

O projeto municipal encontra-se inserido na Plataforma Campanhã que tem a sua génese nos estúdios de gravação Arda Recorders, empresa criada a partir dos Estúdios Sá da Bandeira e que ganha agora novos contornos com a conclusão deste projeto apresentado à autarquia em 2017, contextualiza a autarquia.

O complexo que acolhe agora a Fonoteca Municipal dispõe de apoio de estúdios de gravação e de pós-produção de áudio que, segundo João Brandão, da Arda Recorders, citado pelo Porto., dá-lhes a possibilidade de “conseguir digitalizar, restaurar ou preservar melhor certos fonogramas que serão provavelmente únicos” e que se encontram no acervo do município.

A base de dados da Fonoteca Municipal pode ser consultada e acedida, de forma livre, por parte do público.

Segundo avança João Brandão, serão geradas e promovidas iniciativas de “cativação de público para a procura de fonogramas mais ou menos conhecidos”, bem como, por exemplo, para a “transmissão de algumas ideias que venham a ser descobertas através da exploração desses fonogramas”, uma vez que este arquivo é suposto ser “um processo orgânico e dinâmico” e não “um arquivo morto e parado”.

Além do acervo municipal de discos de vinil e dos estúdios de gravação, o complexo dispõe ainda de câmara de eco, espaços para realização de voz off, finalizações musicais, restauro de suportes (como fitas magnéticas e outros), zonas de lazer, valências pedagógicas e ainda escritórios de várias empresas de setores ligados à música que ali se vão instalar.

Foto: Filipa Brito | CM Porto

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