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Luís de Matos promete espetáculo “surpreendente” no Porto

Luís de Matos promete espetáculo “surpreendente” no Porto

O mágico Luís de Matos vai regressar às principais salas portuguesas com o espetáculo «Luís de Matos IMPOSSÍVEL Ao Vivo» e esteve à conversa com a VIVA! para nos contar tudo. Com um elenco e ilusões renovadas, o mágico será acompanho por quatro grandes nomes da arte: Dan Sperry, Javier Botía, Norbert Ferré e Yu Hojin.

O «IMPOSSÍVEL» terá a sua estreia em Coimbra, a 15 de dezembro, e depois seguirá para Lisboa e Faro. No Porto acontecem os últimos espetáculos, que terão lugar no Coliseu nos dias 13 e 15 de janeiro. Os bilhetes já estão à venda.

Luís de Matos é o mais premiado mágico português distinguido três vezes pela Academia de Artes Mágicas de Hollywood e o mais jovem mágico a receber o Devant Award do The Magic Circle, pelo seu papel no desenvolvimento da Arte Mágica.

O que é que os espetadores podem esperar deste espetáculo?

O título diz tudo… podem, literalmente, esperar o impossível…

Esta versão do espetáculo, tal como as anteriores no seu momento, procura dar uma visão contemporânea da magia, através de um conjunto de intervenientes que espelham o que de melhor se faz no mundo na atualidade. A linguagem é transversal e universal, permitindo que um público familiar possa usufruir de uma experiência irrepetível, interativa e surpreendente.

Não existem muitas oportunidades em que, independentemente das idades e do contexto sócio-cultural, todos os espetadores possam desfrutar de um espetáculo que os surpreenda e que seja potencialmente memorável.

Cada um dos quatro mágicos que me acompanha, ao lado da Joana Almeida e dos Momentum Crew, trazem ao IMPOSSÍVEL uma abordagem estética, surpreendentemente criativa, completamente distinta. Juntos faremos o IMPOSSÍVEL acontecer!

Porque é que os portugueses têm “mesmo” de comprar bilhete e ir assistir ao “IMPOSSÍVEL”?

Cada versão do IMPOSSÍVEL é irrepetível. Este espetáculo, tal como este ano se apresenta, não voltará a acontecer. Seria uma oportunidade perdida não assistir ao trabalho de um verdadeiro elenco de luxo que se reúne exclusivamente para esta ocasião.

Como se sente neste regresso aos palcos?

Graças à minha equipa e ao público que não nos deixou, a pandemia não nos afastou dos palcos. O engenho permitiu criar projetos que nos mantiveram no ativo. Primeiro com o espetáculo “Luís de Matos DRIVE IN”, depois com o espetáculo híbrido “Luís de Matos CONECTADOS” e, finalmente, com o espetáculo “Luís de Matos BACKSTAGE”. Foram condições extremas que a todos nos atiraram para fora da nossa área de conforto mas que, ao mesmo tempo, permitiram manter a nossa sanidade mental e criativa.

Naturalmente, é com uma imensa alegria que fomos retomando a normalidade e regressámos ao circuito internacional já na primeira metade de 2022.

Em 2020, quando o mundo parou, estávamos precisamente a trabalhar neste espetáculo. Poder fazer esse regresso, em Portugal, com o IMPOSSÍVEL faz-nos estar desejosos pelo dia da estreia. Estrear em Coimbra é estrear em casa, subir ao palco do Tivoli BBVA em Lisboa é regressar ao teatro que viu nascer este projeto, ir a Faro ao encontro do público do Sul é sempre fantástico. Encerrar no Porto tem um significado muito especial pela sala, a cidade e as gentes. O Coliseu Porto AGEAS é um espaço mágico por definição e o público do Porto sempre me tratou com imenso carinho deste os anos 90 em que iniciei o meu trabalho na televisão.

Quais as suas expectativas?

Gostava que as pessoas não perdessem esta oportunidade. É uma produção feita com muito carinho, amor e paixão e, por isso mesmo, acredito que não se irão arrepender aqueles que nos derem o benefício da dúvida marcando já o seu lugar.

Em que é que este espetáculo é diferente de outros que já fez?
Fundamentalmente a diferença no formato. Através dos seus múltiplos protagonistas, o espetáculo junta uma enorme quantidade de talento e criatividade. O modelo consiste em reunir, além da Joana Almeida que sempre me acompanha e dos Momentum Crew, quatro mágicos que eu próprio admiro enormemente. Durante um ano, trabalhamos juntos na criação do espetáculo e dos momentos, inéditos para todos nós, em que interagimos conjuntamente em palco. É um espetáculo feito de cumplicidade e ambição coletiva.

Quais as mais valias de não fazer um espetáculo sozinho?

Para além do prazer pessoal em tomar contacto com colegas altamente criativos e talentosos, junto permanente espírito de entre-ajuda e cumplicidades, é uma fantástica oportunidade para os espetadores verem  cinco espetáculos, cinco formas de estimular a capacidade de sonhar, numa única ocasião.

Trabalhar em equipa é o melhor de tudo, seja com a equipa que me acompanha há mais de duas décadas, seja com os que a nós se juntam em cada IMPOSSÍVEL.

Porque tem estes quatro mágicos no seu espetáculo e não outros?

A principal dificuldade em construir um elenco poderoso e que funcione em palco e para os espetadores está na base do êxito do espetáculo. Dan Sperry (EUA), Norbert Ferré (França), Javier Botía (Espanha) e Yu Hojin (Coreia do Sul) são exemplos de magia contemporânea de alta qualidade.

O quê que estes quatro elementos acrescentam ao IMPOSSÍVEL?

Este quatro extraordinários mágicos não acrescentam… fazem o espetáculo. É por isso mesmo que esta produção é irrepetível e ninguém deveria perder esta oportunidade de assistir a este ensemble poderosíssimo.

Considera que os portugueses gostam de magia?

Disso não tenho dúvidas… Para além dos meus espetáculos a solo, este formato concretamente, fez 25.000 espetadores quando estreou em 2018 e 30.000 na sua segunda versão em 2019. Acredito que talvez ultrapassemos esses números nesta nova instalação. Todas  as pessoas que acharem que não gostam de magia deveriam assistir a este espetáculo, acredito que irão mudar de opinião.

Pensa um dia revelar todos os seus truques ou é algo que irá guardar sempre consigo?

Absolutamente!

Defendo que o trabalho de todos quantos seriamente tentam acrescentar algo nas suas áreas de intervenção, por pouco que seja, ao longo das suas carreiras profissionais ou artísticas, devem deixar tudo documentado para memória futura, na esperança de que os seus erros e avanços possam contribuir para o progresso da arte pelas gerações vindouras. Na magia em particular, penso que todo o secretismo em que se envolve, defendido historicamente pela maioria, por vezes até entre colegas, acaba por contribuir para uma lenta evolução da arte.

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