Recheio

Kuanto Kusta faturou €100M na Black Week

Kuanto Kusta faturou €100M na Black Week

O Kuanto Kusta (KK) já fez o balanço da Black Week 2020 e revelou que faturou €100M em vendas e processou 1,2 milhões de envios com as visitas geradas no seu website, batendo um recorde histórico, muito suportado pelo crescimento de 800% de encomendas processadas no seu marketplace face a 2019.

A empresa que compara preços em Portugal e que dispõe também de um marketplace sublinha que o mês de novembro é mesmo o mais forte do ano, superando de longe o período de natal e todo o dezembro.

“É o terceiro ano consecutivo em que as compras de novembro superam as compras de Natal, sendo que a Black Week é sempre a semana mais alta do ano”, explica Paulo Pimenta, CEO do KK.

Reportando a novembro, o KK adianta que as compras no Marketplace aumentaram 600%, com os descontos a rondar os 40% desde o início do mês, criando uma maior competitividade entre as lojas, que este ano optaram por implementar as promoções durante todo o mês.

“Só no Marketplace da plataforma, onde dispomos de 950 lojas, contabilizamos 3,5 milhões de visitas”, frisa o mesmo responsável.

A empresa explica ainda que, devido ao efeito do primeiro confinamento e às restrições de horários nas lojas físicas, os fornecedores e as lojas conseguiram também ter uma melhor preparação nesta 2ª vaga, com a contratação de um maior número funcionários e opção de entregas durante o fim de semana, o que contribuiu bastante para uma maior fluidez.

“Do nosso lado, conseguimos que 97% das encomendas processadas chegassem aos consumidores no tempo previsto e as restantes com apenas 2 dias de atraso”, garantiu Paulo Pimenta.

Mas a grande surpresa da Black Week, segundo o KK, foram as pesquisas registadas na faixa etária acima dos 55 anos, que dispararam 300% face a 2019, com muitos destes consumidores a fazerem a sua estreia no e-commerce.

O responsável máximo do KK defende que o e-commerce vai continuar a crescer, sobretudo em faixas etárias que antes não recorriam a esta modalidade digital, como foi o caso deste ano com os consumidores com mais de 55 anos.

“A compra online já era uma vantagem antes da pandemia, por ter preços mais competitivos e acesso a produtos que não estão disponíveis em loja, mas a Black Week veio dizer-nos que que há um novo surto de pessoas que compraram online pela primeira vez”, conclui Paulo Pimenta.

Por fim, entre os produtos mais procurados no período em análise, a gama de “Saúde e Beleza” liderou a lista dos bens mais procurados em termos unitários, enquanto que os electrodomésticos geraram maior volume e valor de vendas, confirmando que, neste período de confinamento, os portugueses continuam preocupados com a sua saúde, a sua imagem, e as melhorias das suas casas.

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