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Jornalistas e académicos formam professores em projeto pioneiro que arrancou no Porto

Jornalistas e académicos formam professores em projeto pioneiro que arrancou no Porto

“Literacia para os media” é o nome do projeto-piloto inédito que conta com jornalistas e académicos na área dos media a dar formação a professores sobre literacia, e que arrancou na Escola Básica e Secundária do Cerco, no Porto. O projeto surge no âmbito de um memorando de entendimento entre o Ministério da Educação e o Sindicato de Jornalistas e vai prolongar-se, numa primeira etapa, até ao dia 31 de agosto de 2020.

“Num tempo em que temáticas como as ‘fake news’ estão na ordem do dia, e em que o poder das redes sociais emerge” tornava-se necessário a emergência de um projeto como este, salienta o Ministério da Educação no memorando de entendimento, citado pelo Diário de Notícias.

A instituição defende, ainda, ser “urgente formar cidadãos informados, conscientes e participativos para o futuro coletivo, com o cada vez maior desenvolvimento de competências de professores e de alunos nas matérias de consumo informado e critico dos conteúdos difundidos pelos media”.

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No memorando lê-se, também, a pretensão do Sindicato de Jornalistas em ser um “elemento de ligação entre as redações e o ensino, contribuindo para a efetivação da estratégia de educação para os media”.

A formação destina-se a docentes e alunos de estabelecfimentos de ensino público do 3º ciclo e do ensino secundário ligados a projetos de media nas escolas e deverá chegar a cerca de uma centena de professores de 40 agrupamentos escolares de cinco regiões em Portugal, entre as quais Porto, Águeda, Lisboa, Évora e Faro.

Manuel Pinto, Daniel Catalão, João Figueira, Miguel Midões, António Granado, Sofia Branco, Miguel Crespo, Paulo Barriga, Vitor Tomé e Isabel Nery fazem parte do leque de formadores a integrar o programa, que contará com uma componente teórica de oito horas e uma prática de 12.

A primeira aula, no Porto, decorreu no passado sábado, 26 de janeiro, e esteve a cargo do professor da Universidade do Minho, Manuel Pinho, e do jornalista Daniel Catalão.

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