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Hoje é dado um passo decisivo para a operação do Metrobus no Porto

Hoje é dado um passo decisivo para a operação do Metrobus no Porto

A operação do futuro metrobus do Porto dá um passo decisivo esta quinta-feira, dia 18 de dezembro, com a formalização de um acordo entre a Câmara Municipal, a Metro do Porto e a STCP. É nesse momento que deverá ser apresentada a solução definida para o funcionamento do serviço na zona da Casa da Música.

Segundo informação avançada pela autarquia, o entendimento permite fechar o modelo de exploração do sistema BRT no segmento entre a Casa da Música e o Império. A assinatura do memorando, que decorre pelas 15h00 na Sala D. Maria, contará com a presença do presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, do presidente da Metro do Porto, Emídio Gomes, e da presidente do conselho de administração da STCP, Cristina Pimentel.

Este documento é considerado essencial para viabilizar o arranque do metrobus e surge após um processo que inicialmente envolvia também o Estado. A Metro do Porto e a STCP já tinham alcançado consenso sobre os termos do memorando em novembro, faltando apenas a formalização conjunta com o município (via Porto Canal).

No terreno, a primeira etapa da infraestrutura, entre a Casa da Música e a Praça do Império, encontra-se concluída desde o verão do ano passado. Já a segunda fase, na Avenida da Boavista, conheceu uma interrupção temporária em outubro, tendo retomado os trabalhos no início de novembro, depois de uma reavaliação do projeto pela nova administração da Metro do Porto.

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Como refere a mesma fonte de informação, esta fase da obra tem sido uma das mais controversas, ao gerar críticas de moradores e de figuras políticas, sobretudo devido ao impacto ambiental e ao abate de árvores. 

Entretanto, os veículos destinados ao serviço já receberam luz verde do Instituto da Mobilidade e dos Transportes e encontram-se em fase de testes operacionais. A definição do modo de inversão de marcha na zona da rotunda da Boavista foi outro dos pontos de discórdia, com posições divergentes entre STCP e Metro, embora a empresa responsável pela infraestrutura garanta que a solução foi tecnicamente validada.

O metrobus do Porto irá recorrer a autocarros movidos a hidrogénio e prevê ligar a Casa da Música à Praça do Império em cerca de 12 minutos, estendendo-se até à Anémona numa fase posterior, com um tempo estimado de 17 minutos. 

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