Nesta terceira edição do FIGG – evento promovido pela centenária Sociedade Musical de Guimarães, em parceria com a câmara local – os responsáveis pelo evento querem “sedimentar” a aposta na componente formativa e apontam a cidade de Guimarães como a “capital da guitarra clássica em dezembro”.
Este evento tem contabilizado, em média e repartidas pelas várias vertentes do festival, das oficinas de música ao concurso internacional, com cerca de 100 inscrições por edição, sendo que a vertente formativa encontra-se esgotada.
A organização destaca o facto dos participantes no Concurso Internacional de Guitarra – que este ano foi alargado e contempla mais categorias, permitindo a inscrição de guitarristas de mais idades – terem “a oportunidade de conviver com artistas de renome de várias nacionalidades, aproximando-se da guitarra clássica através das mãos de alguns dos principais instrumentistas da atualidade”.
O concurso culmina no dia 28 de dezembro no Paço dos Duques de Bragança, um dos espaços que acolhe o festival, somando-se a Academia de Música Valentim Moreira de Sá, o Centro Cultural Vila Flor, a Plataforma das Artes e Criatividade, o Laboratório da Paisagem, a Associação Comercial e Industrial de Guimarães, bem como o Círculo de Arte e Recreio.
As conferências arrancam quinta-feira com oradores portugueses, espanhóis, uruguaios e brasileiros, enquanto os concertos terão como protagonistas músicos de várias latitudes como EUA, Espanha e Grécia.
Paralelamente à música e à formação soma-se um torneio de xadrez e a discussão de variados temas como o ambiente.