A transferência de competências de gestão do Estado para os seis municípios servidos pela rede de transportes – Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Gondomar e Valongo – efetivou-se esta terça-feira de manhã, na cerimónia de nomeação do novo conselho de administração.
O novo modelo de gestão da STCP – Sociedade de Transportes Coletivos do Porto entra em vigor esta terça-feira. A presidência do novo conselho de administração da empresa é assegurada por Paulo Azevedo, gestor financeiro indicado pela Câmara do Porto.
Ângelo Oliveira, administrador executivo, foi nomeado pelas outras autarquias da Junta Metropolitana do Porto.
Isabel Vilaça é a administradora financeira, indicada pelo Governo.
Avelino Oliveira e Paula Ramos são os dois administradores não executivos.
A cerimónia de nomeação do novo conselho de administração foi presidida pelo ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, e reuniu os presidentes das respetivas seis autarquias, os representantes da Área Metropolitana do Porto, bem como os membros da nova estrutura, agora empossados.
Isabel Vilaça é a administradora financeira, indicada pelo Governo.
Avelino Oliveira e Paula Ramos são os dois administradores não executivos.
A cerimónia de nomeação do novo conselho de administração foi presidida pelo ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, e reuniu os presidentes das respetivas seis autarquias, os representantes da Área Metropolitana do Porto, bem como os membros da nova estrutura, agora empossados.
O ministro do Ambiente destacou o aumento de passageiros e de oferta que a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) registou nos últimos dois anos, desde que o Governo reverteu o processo de subconcessão.
“Depois de um tempo em que em quatro/cinco anos se perderam 25% dos passageiros e houve também uma redução da oferta na ordem dos 25%, o que conseguimos em dois anos foi aumentar em 10% a oferta e com isso aumentar em cerca de 5% o número de passageiros”, afirmou João Pedro Matos Fernandes.
Para o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, foi “notável o acordo estabelecido entre os seis municípios” onde o serviço de transportes opera, não deixando, contudo, de notar que o processo de transição foi adiado por um ano, devido às teias burocráticas do Estado.
Durante os próximos sete anos, a gestão do serviço público de transporte de passageiros é assegurada pelas autarquias, com a administração a ser presidida pela Câmara do Porto.
Eduardo Vítor Rodrigues, presidente do Conselho Metropolitano do Porto, considerou a data como “uma etapa estruturante para a empresa, para os municípios e para a Área Metropolitana”. O também autarca de Vila Nova de Gaia sublinhou ainda que a gestão da STCP pelas autarquias, numa lógica de proximidade, tornará “mais ágil e expedito o serviço fornecido”.
“Depois de um tempo em que em quatro/cinco anos se perderam 25% dos passageiros e houve também uma redução da oferta na ordem dos 25%, o que conseguimos em dois anos foi aumentar em 10% a oferta e com isso aumentar em cerca de 5% o número de passageiros”, afirmou João Pedro Matos Fernandes.
Para o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, foi “notável o acordo estabelecido entre os seis municípios” onde o serviço de transportes opera, não deixando, contudo, de notar que o processo de transição foi adiado por um ano, devido às teias burocráticas do Estado.
Durante os próximos sete anos, a gestão do serviço público de transporte de passageiros é assegurada pelas autarquias, com a administração a ser presidida pela Câmara do Porto.
Eduardo Vítor Rodrigues, presidente do Conselho Metropolitano do Porto, considerou a data como “uma etapa estruturante para a empresa, para os municípios e para a Área Metropolitana”. O também autarca de Vila Nova de Gaia sublinhou ainda que a gestão da STCP pelas autarquias, numa lógica de proximidade, tornará “mais ágil e expedito o serviço fornecido”.