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Projeto Satélite: Anuário 20, Galeria Municipal do Porto

Projeto Satélite: Anuário 20, Galeria Municipal do Porto

Atravessar A Fronteira – Os novos babilónios: Porto
18 setembro a 21 novembro, Galeria Municipal do Porto

O conceito ‘Novos babilónios’ foi desenvolvido por Guy Debord, Constant Nieuwenhuys, Har Oudejans e Pinot Gallizio a partir do projeto situacionista New Babylon e está relacionado com algumas das ideias fundamentais que informaram o movimento – como a psicogeografia, a deriva, o urbanismo unitário. É a partir deste conceito que o artista e curador Pedro G. Romero propõe para a Galeria Municipal do Porto um exercício de questionamento da nossa perceção das vidas de grupos nómadas, etnias ciganas, flamencos e exilados libertários.
A exposição constitui uma análise ao campo sensível destas formas de vida com um foco particular nos seus deslocamentos pela América, África e outros arquipélagos atlânticos. A cidade do Porto atua como geografia de partida para uma indagação de rotas, fluxos e derivas destes ‘novos babilónios’ a partir do contexto português e seus territórios fronteiriços.

Imagem: Fotograma de Acácio de Almeida para o filme Continuar a Viver ou Os Índios da Meia Praia de António da Cunha Telles, 1977. Cortesia de António da Cunha Telles

Pandemic
18 setembro a 21 novembro, Galeria Municipal do Porto

Pandemic leva-nos a um estado de grau zero para confrontar a fragilidade e a finitude do corpo, da doença e da sanidade, e das lutas humanas enraizadas no mundo e na natureza. Esta exposição resulta de um convite da Galeria Municipal do Porto ao artista Filipe Marques para questionar conceitos víricos. No seu trabalho, o artista parte da poética apocalíptica para nos conduzir, enquanto espectadores, a uma aprendizagem da impotência da condição humana e a uma tentativa de controlo de contaminações invisíveis ou equilíbrios de forças e resistências.
O trabalho de Filipe Marques, artista formado entre Portugal e Alemanha, desenvolve-se a partir das teorias dos filósofos modernos e de escritores da Antiguidade Clássica, na tentativa de compreender a Humanidade e a construção de um Deus. Recorre a dispositivos anacrónicos com imagens de pessoas e lugares, reencenando urbanidades em ruína e museografias saqueadas, e revisitando metáforas sobre falhanços e autodestruições às quais, enquanto artista, não quer escapar.

Imagem: Filipe Marques. Felt, 2018. Cortesia do artista

As exposições são de entrada livre.

Horário: terça a sexta-feira, das 10h às 18h | fim de semana, das 10h às 13h.

Galeria Municipal do Porto
Jardins do Palácio de Cristal
Porto

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