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Nets of Hyphae | Que Horas São Que Horas, Galeria Municipal do Porto

Nets of Hyphae | Que Horas São Que Horas, Galeria Municipal do Porto

Que Horas São Que Horas – Uma galeria de histórias
Até 25 abril, Galeria Municipal do Porto

A Galeria Municipal do Porto propôs a três curadores que desenvolvessem um exercício de revisão de momentos, expressões e fluxos que definiram o contexto artístico nacional a partir da atividade das galerias de arte do Porto entre 1950 e 2010. A cena galerística da cidade teve, ao longo das décadas, um papel fundamental no desenvolvimento de novas linguagens de produção artística no contexto nacional, e foi igualmente determinante na construção de perspetivas sobre a arte portuguesa e internacional. A história que se quer recuperar e explicar traduz essa força individual e coletiva de espaços e agentes que criaram novos modos de fazer e pensar a arte.
O entendimento de três curadores do Porto sobre este património será materializado numa exposição reveladora de várias narrativas, umas esquecidas, outras não totalmente esquecidas mas cujo valor histórico artístico se quer repensar, outras ainda absolutamente presentes hoje em dia, pretendendo se em qualquer caso problematiza las no momento económico e cultural atual. Esta é por isso uma exposição que indaga a cidade a partir de quem redefiniu o conceito de ‘galeria de arte’, ou de quem por ele foi sendo redefinido a nível intelectual, artístico e ético.
Curadoria José Maia | Paula Parente Pinto | Paulo Mendes
Imagem Albuquerque Mendes e Gerardo Burmester. Férias no Espaço Lusitano, 1983. Imagem da performance no Espaço Lusitano, Porto, 05.07.1983 © Autor desconhecido

Nets of Hyphae – Diana Policarpo
Até 25 abril, Galeria Municipal do Porto

Em “Nets of Hyphae Diana Policarpo propõe prosseguir a sua investigação sobre as consequências globais e a diversas escalas da extração. Nos dois últimos anos, a sua pesquisa incidiu sobre o fungo parasita Ophiocordyceps sinensis, que se encontra em zonas de grande altitude da Índia e do Nepal. Este tornou se um bem extremamente valorizado, particularmente na China, onde atualmente é sintetizado em laboratório. A procura e extração deste fungo afeta as comunidades e ecologias locais e tem repercussões globais. A exposição de Diana Policarpo, simultaneamente investigativa e sensorial, com curadoria de Stefanie Hessler (Diretora da Kunsthall Trondheim), traça paralelismos especulativos entre uma diversidade de fenómenos, tanto parasitários como recíprocos, e aponta humildemente para possibilidades de sobrevivência terrestre num planeta precário.
Curadoria Stefanie Hessler | Coprodução Kunsthall Trondheim
Imagem Diana Policarpo. Death Grip, 2019. Still de vídeo de animação digital (HD, 16:9, cor). Cortesia da artista e Fundação EDP

As exposições são de entrada livre.

Horário: terça a sexta-feira, das 10h às 18h | fim de semana, das 10h às 13h.

Galeria Municipal do Porto
Jardins do Palácio de Cristal
Porto

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