“Num clima em que as pessoas estão a ser até emocionalmente esmagadas por todo o lado em termos económicos, sociais e de auto-estima, acho que dias como o Natal, o Carnaval, a Páscoa, e até algumas evocações mais republicanas, não podem ser misturados neste debate muitas vezes hipócrita da crise e das dificuldades económicas”, diz Eduardo Vítor Rodrigues. O autarca socialista considera o dia de Carnaval “simbólico”, até porque, segundo defendeu, “é um dia em que pode haver uma coabitação entre pais e filhos porque as escolas estão fechadas”. “É muito triste verificar a insensibilidade que existe para estas questões. Respeito as opções do Governo e de quem fizer diferente, mas não concordo e, no âmbito das minhas competências, dou tolerância de ponto”, conclui o autarca.