O incêndio que ao longo de quarta-feira lavrou no concelho de Gondomar está “controlado, apesar do receio de que o vento forte possa reacender alguns pontos de fogo”, indicou o presidente da câmara, Marco Martins.
Cerca das 21h20 de quarta-feira, este incêndio – que teve três focos com várias frentes ativas em Foz do Sousa, Jovim e Valbom, resultando de um reacendimento de um fogo anterior em S. Pedro da Cova – deixou de figurar na área de “ocorrências importantes” da página da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), mas no terreno os receios prendem-se com a intensidade do vento.
“A ocorrência deixou de ser considerada importante, mas o vento está a levantar imenso. Está controlado temporariamente porque o vento pode descontrolá-lo nas próximas horas”, disse Marco Martins.
O autarca deu conta, em declarações à agência Lusa, de uma reunião de emergência do Centro de Coordenação Operacional Municipal que junta presidentes de junta, representantes dos corpos de bombeiros e elementos da PSP e GNR, entre outras entidades.
Em Gondomar está a ser definida a atuação do posto de comando que nas próximas 48 horas vai procurar evitar “prováveis novas ignições”.
“O grande problema é que tem acontecido isso [reacendimentos]. O que sucedeu hoje [quarta-feira] foi exatamente uma reativação do incêndio de S. Pedro da Cova”, indicou o presidente da câmara.
A Câmara de Gondomar decidiu entretanto cancelar todas as licenças para fogo-de-artifício.
O autarca destacou também o “grande esforço dos bombeiros” e uma “fantástica onda de solidariedade”.
“A população vem trazer fruta, bebidas, barras energéticas. É uma onda solidária e de reconhecimento a quem está no terreno a demonstrar um empenho incansável”, referiu o também presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil, entidade que decidiu ativar no distrito, de forma inédita, o PDE.
O Instituto do Mar e da Atmosfera colocou, esta quinta-feira, em risco ‘Máximo’ de incêndio, trinta e quatro concelhos dos distritos de Porto, Viana do Castelo, Vila Real, Braga, Coimbra, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém e Faro.
Os concelhos de Monchique (Faro), Mação, Sardoal (Santarém), Oleiros, Vila de Rei, Sertã (Castelo Branco), Pampilhosa da Serra, Góis, Oliveira do Hospital (Coimbra), Figueiró dos Vinhos, Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Miranda do Corvo (Coimbra), Guarda, Sabugal, Gouveia, Celorico da Beira, Trancoso, Fornos de Algodres e Aguiar da Beira (Guarda) estão hoje em risco ‘Máximo’ de incêndio, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Estão também em risco ‘Máximo’ de incêndio os concelhos de Moimenta da Beira, Sernancelhe, Vila Nova de Paiva, Castro Daire e São Pedro do Sul (Viseu), Arouca, Castelo de Paiva (Aveiro), Baião e Valongo (Porto), Vila Pouca de Aguiar, Ribeira de Pena (Vila Real), Cabeceiras de Basto e Póvoa do Lanhoso (Braga) e Arcos de Valdevez (Viana do Castelo).
O Instituto colocou também em risco ‘Muito Elevado’ e ‘Elevado’ de incêndio vários concelhos de todos os distritos (18) de Portugal continental.
O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, que podem variar entre ‘Reduzido’ e ‘Máximo’.
O autarca deu conta, em declarações à agência Lusa, de uma reunião de emergência do Centro de Coordenação Operacional Municipal que junta presidentes de junta, representantes dos corpos de bombeiros e elementos da PSP e GNR, entre outras entidades.
Em Gondomar está a ser definida a atuação do posto de comando que nas próximas 48 horas vai procurar evitar “prováveis novas ignições”.
“O grande problema é que tem acontecido isso [reacendimentos]. O que sucedeu hoje [quarta-feira] foi exatamente uma reativação do incêndio de S. Pedro da Cova”, indicou o presidente da câmara.
A Câmara de Gondomar decidiu entretanto cancelar todas as licenças para fogo-de-artifício.
O autarca destacou também o “grande esforço dos bombeiros” e uma “fantástica onda de solidariedade”.
“A população vem trazer fruta, bebidas, barras energéticas. É uma onda solidária e de reconhecimento a quem está no terreno a demonstrar um empenho incansável”, referiu o também presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil, entidade que decidiu ativar no distrito, de forma inédita, o PDE.
O Instituto do Mar e da Atmosfera colocou, esta quinta-feira, em risco ‘Máximo’ de incêndio, trinta e quatro concelhos dos distritos de Porto, Viana do Castelo, Vila Real, Braga, Coimbra, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém e Faro.
Os concelhos de Monchique (Faro), Mação, Sardoal (Santarém), Oleiros, Vila de Rei, Sertã (Castelo Branco), Pampilhosa da Serra, Góis, Oliveira do Hospital (Coimbra), Figueiró dos Vinhos, Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Miranda do Corvo (Coimbra), Guarda, Sabugal, Gouveia, Celorico da Beira, Trancoso, Fornos de Algodres e Aguiar da Beira (Guarda) estão hoje em risco ‘Máximo’ de incêndio, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Estão também em risco ‘Máximo’ de incêndio os concelhos de Moimenta da Beira, Sernancelhe, Vila Nova de Paiva, Castro Daire e São Pedro do Sul (Viseu), Arouca, Castelo de Paiva (Aveiro), Baião e Valongo (Porto), Vila Pouca de Aguiar, Ribeira de Pena (Vila Real), Cabeceiras de Basto e Póvoa do Lanhoso (Braga) e Arcos de Valdevez (Viana do Castelo).
O Instituto colocou também em risco ‘Muito Elevado’ e ‘Elevado’ de incêndio vários concelhos de todos os distritos (18) de Portugal continental.
O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, que podem variar entre ‘Reduzido’ e ‘Máximo’.