Sob o lema “não é um festival, é uma experiência”, o Amplifest tem início com o concerto de Aluk Todolo no Cave 45 (22h).
O Amplifest vai decorrer de forma mais intensa ao longo de sábado e domingo, no Hard Club, antes de terminar, na noite de segunda-feira, no Passos Manuel, com o projeto a solo do vocalista de Zatokrev, de nome The Leaving, e com o vocalista de Neurosis Steve Von Till a solo.
Ao longo do fim de semana vai ser possível assistir a concertos de bandas como Minsk, Kowloon Walled City, Kayo Dot, The Black Heart Rebellion, Oathbreaker, entre muitos outras.
O cartaz contempla também nomes como os portugueses Sinistro, que lançaram este ano o álbum “Semente”, pela editora Season of Mist.
O destaque da edição vai para a estreia, em solo português, de Neurosis. Para o fundador da Amplificasom André Mendes, Neurosis “sempre foi um grande sonho”, sendo “quase inacreditável” que nunca tenham passado por território nacional em três décadas de história, coincidindo agora a estreia com o décimo aniversário da promotora.
“É espetacular tocarem no ano em que celebramos dez anos de Amplificasom. É simbólico. É talvez o nosso último sonho. Já fizemos Swans, Godspeed [You! Black Emperor], Godflesh… Tivemos que nos adaptar quando nos informaram que a digressão de Neurosis seria em agosto”, disse André Mendes, referindo-se ao facto de o festival, que sempre decorreu entre setembro e outubro, ter passado para agosto.
Relativamente ao público do festival, a organização salientou em comunicado que “a fatia estrangeira do público situa-se nos 60%, representando mais de 25 países como Brasil, Rússia, Austrália e todas a partes da Europa”.
Além dos concertos, o Amplifest vai incluir ainda sessões de escuta de discos em estreia, exibições de filmes e conversas.