“Ligação” era o tema de fundo e Mário Cláudio foi o escritor homenageado desta terceira edição do certame com organização da Câmara do Porto, que consolidou público e elogios.
As novidades deste ano passaram pela adoção de novos stands, mais funcionais, e pela alteração do horário, com a feira a abrir à hora de almoço todos os dias e a fechar mais cedo à semana. Tudo isto, conjugado com o bom tempo que se fez sentir, resultou num aumento de vendas e também de afluência.
Para Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto, o sucesso do evento esteve também relacionado com a consolidação do conceito: “esta era a feira que queríamos ter, onde queríamos ter e quando queríamos ter. Mas era um modelo novo, aberto a todos e não concentrado apenas no aspeto comercial da feira. Houve quem dissesse que era um risco elevado, mas nós sabíamos que esta era a feira que a cidade queria”.
O autarca disse ainda que “foi feita a favor da cidade e dos leitores e esse acabou por ser o seu sucesso”, salientando que o modelo inclui as editoras, mas também os alfarrabistas e os livreiros e, sobretudo, um rico programa cultural e de promoção da leitura, que incluiu música, debates, dança, cinema, exposições, programa infantil e sessões de spoken word.
A Feira do Livro do Porto regressará em setembro de 2017 com mais uma edição, de novo, nos Jardins do Palácio de Cristal.