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Ex-centro de saúde em Santo Tirso vai “renascer” por 1,3 milhões de euros

Ex-centro de saúde em Santo Tirso vai

As obras de recuperação do antigo Centro de Saúde de São Martinho do Campo, no concelho de Santo Tirso, têm conclusão apontada para janeiro de 2027 e representam um investimento global de 1,3 milhões de euros, segundo informação divulgada pela Câmara Municipal.

A intervenção arrancou a 12 de janeiro e permitirá converter o antigo edifício social na futura Unidade de Saúde Pública da Unidade Local de Saúde do Médio Ave. Do montante total, 600 mil euros serão assegurados através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), sendo o restante suportado pelo município.

Citado no comunicado, o presidente da Câmara, Alberto Costa, sublinha que a obra “se enquadra numa estratégia alargada de requalificação dos centros de saúde do concelho”, acrescentando que está previsto um “investimento de três milhões de euros para a requalificação de cinco unidades de cuidados de saúde primários no concelho, com 1,9 milhões de euros a serem financiados pelo PRR e 1,1 milhões pelo orçamento municipal” (via Porto Canal).

Além da empreitada em São Martinho do Campo, a autarquia adianta que deverá ficar concluída em fevereiro a obra no edifício-sede do ACES Santo Tirso e Trofa, enquanto a requalificação da Unidade de Saúde Familiar de Veiga do Leça decorre desde setembro de 2025. 

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Foi ainda lançado o concurso para a intervenção na USF de São Tomé de Negrelos, estando igualmente prevista a recuperação do antigo Dispensário de Santo Tirso, embora sem calendário definido.

De acordo com o município, o edifício de São Martinho do Campo, composto por dois pisos, apresenta um elevado nível de degradação. A intervenção contempla a reabilitação das fachadas, a substituição das coberturas e a troca das caixilharias por soluções mais eficientes do ponto de vista térmico, preservando o traço arquitetónico original.

O projeto inclui ainda melhorias significativas ao nível da acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, a reorganização dos circuitos exteriores e a criação de novos acessos ao interior do edifício, conclui a autarquia.

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