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Este festival no Norte terá 19 dias de espetáculos com nomes consagrados

Este festival no Norte terá 19 dias de espetáculos com nomes consagrados

De 2 a 20 de setembro, o Vale do Ave volta a ser palco de um dos eventos mais marcantes da música erudita em Portugal. A 5.ª edição do Festival Cidnay Vale do Ave promete superar todas as anteriores, com 27 atividades distribuídas por 17 espaços em Famalicão e Santo Tirso, reunindo artistas consagrados e jovens talentos vindos de todo o mundo.

Sob o tema “Expressões de Tempo e Espaço”, o Festival triplica a duração face a 2024 e espera receber cerca de 3.000 participantes, reforçando o seu impacto cultural na região e no panorama artístico internacional.

Entre os nomes confirmados estão músicos de referência como László Fenyõ (violoncelo), Máté Szűcs (viola) e Lily Maisky (piano), que regressam ao Festival após atuações memoráveis. A programação apresenta também estreias de grande prestígio, como a jovem violinista Noa Wildschut, o violoncelista Torleif Thedéen e os portugueses Agostinho Sequeira (percussão) e João Barradas (acordeão).

Dois concertos ao ar livre assumem papel de destaque: “Acordar”, ao nascer do sol com Agostinho Sequeira (13 de setembro), e “Inuksuit”, uma performance de grande escala para ensemble de percussão, interpretada pelo recém-criado Coletivo Contemporâneo do Vale do Ave.

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Esta última, apresentada apenas pela segunda vez em Portugal, convida o público a circular livremente entre os músicos, numa envolvente paisagem sonora.

A edição de 2025 inclui ainda Visitas Dançadas, que exploram a relação entre espaço, corpo e som, e mantém a forte vertente formativa com masterclasses internacionais que atraem jovens músicos de mais de 25 países.

Com direção artística de João Álvares Abreu e produção da FAMART Plataforma Artística, o Festival conta com o apoio do BPI/Fundação “la Caixa” e das câmaras municipais de Famalicão e Santo Tirso, e afirma-se como motor cultural e exemplo de descentralização do acesso à música erudita.

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