A exposição, que estará patente na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP) de 25 de março a 23 de junho, foi concebida por Hans Ulrich Obrist, nomeado a figura mais influente do mundo da arte pela ArtReview.
“do it” é uma exposição do curador Hans Ulrich Obrist que se renova em diferentes lugares do mundo desde 1993 e se concretiza pela primeira vez em Portugal. A mostra vai incluir 23 peças criadas por via de instruções por artistas internacionais como Louise Bourgeois, Yona Friedman, Felix Gonzalez-Torres, Liam Gillick, Joan Jonas, Sol Lewitt, Bruce Nauman, Philippe Parreno, entre outros.
Trata-se de “uma exposição itinerante, mas sempre única porque todas as peças são produzidas localmente e serão destruídas nos últimos dias”, referiu a FBAUP em comunicado.
A exposição, que integra desenhos, pinturas, instalações e ações, é acompanhada por um programa de palestras, ativações de performances e visitas guiadas.
De acordo com a FBAUP, “do it” parte de um livro de Obrist, “que reúne instruções de diversos artistas contemporâneos” que conduzem a materialização das ideias e das ações.
“’do it’ tem vindo a realizar-se em vários países desde os anos 90, é uma exposição que se carateriza pela ubiquidade, mas em que a repetição pressupõe a diferença, o respeito pelo contexto e o diálogo com a cidade já que a produção e montagem são sempre da responsabilidade da entidade que a concretiza e apresenta ao público”, realçou a faculdade.
Hans Ulrich Obrist é hoje diretor artístico das galerias Serpentine, em Londres, tendo já encabeçado a lista das 100 figuras mais poderosas do mundo da arte por duas vezes, a última das quais em 2016.
A exposição, que integra desenhos, pinturas, instalações e ações, é acompanhada por um programa de palestras, ativações de performances e visitas guiadas.
De acordo com a FBAUP, “do it” parte de um livro de Obrist, “que reúne instruções de diversos artistas contemporâneos” que conduzem a materialização das ideias e das ações.
“’do it’ tem vindo a realizar-se em vários países desde os anos 90, é uma exposição que se carateriza pela ubiquidade, mas em que a repetição pressupõe a diferença, o respeito pelo contexto e o diálogo com a cidade já que a produção e montagem são sempre da responsabilidade da entidade que a concretiza e apresenta ao público”, realçou a faculdade.
Hans Ulrich Obrist é hoje diretor artístico das galerias Serpentine, em Londres, tendo já encabeçado a lista das 100 figuras mais poderosas do mundo da arte por duas vezes, a última das quais em 2016.