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Descentralização do Porto naturalmente se impõe segundo Marcelo Rebelo de Sousa

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou na sexta-feira, no âmbito da inauguração da Galeria da Biodiversidade, que “o Porto não precisa de reivindicar a descentralização porque, naturalmente, ela se impõe pelos seus predicados naturais, sem precisar de tal proclamação reivindicativa”.

“O Porto não precisa que lhe outorguem qualquer tipo de autonomia, de liberdade, de carta de alforria democrática porque, naturalmente, de todas elas é titular por direito próprio e, desde sempre, na história do país”, afirmou o chefe de Estado.
“Encontramos aqui uma conjugação única entre a ciência, a cultura, as belas-artes e a liberdade e tudo isso com raízes e com alma”. Um “momento único”, resumiu.
Marcelo Rebelo de Sousa destacou o trabalho do reitor da U.Porto, Sebastião Feyo de Azevedo, que “está onde é preciso estar”.
A Galeria da Biodiversidade, da responsabilidade da Universidade do Porto, conta com 49 módulos expositivos e instalações organizados em 15 temas que cruzam cultura com diversidade biológica.
O equipamento fica instalado na Casa Andresen, no Jardim Botânico do Porto, constituindo-se no primeiro polo do Museu de História Natural e da Ciência da UP e, simultaneamente, no primeiro Centro Ciência Viva dedicado especificamente à biodiversidade.

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