Quarta-feira 8 Maio, 2013
Cruz Vermelha Portuguesa recebe medalha de ouro da Rainha de Espanha
Segundo Luís Barbosa, presidente nacional da Cruz Vermelha Portuguesa, nos 150 anos que decorreram desde a fundação desta organização, “a natureza das guerras e outras crises evoluiu, criando novos desafios para o serviço humanitário”. O responsável salienta, ainda, que, face à crise económica e social que Portugal atravessa, “as carências humanitárias são muitas e atingem diversos grupos”. Neste cenário, a Cruz Vermelha Portuguesa tem vindo a “procurar encontrar novos caminhos de esperança e oportunidades, comprometendo-se a fazê-lo sempre, agora e no futuro”.
Há 150 anos atrás, quando Henry Dunant publicou o livro “Recordação de Solferino” e sugeriu a criação de sociedades voluntárias de socorro em tempo de guerra e um tratado internacional que protegesse as vítimas desses conflitos, ficaria traçado o caminho para as futuras Convenções de Genebra e para o Direito Internacional Humanitário. Hoje, as ideias deste cidadão suíço humanista continuam a ser os pilares do movimento, dando-lhe força, sentido e significado.