No entanto, ainda existem várias questões em aberto, como o local onde será instalada ou a responsabilidade da gestão das obras.
A coleção, composta por 85 obras, agora na posse do Estado português, ficará no Porto, porque irá reforçar a atratividade da oferta cultural na cidade e irá ajudar “a consolidar e a reforçar a atratividade que tem tido ao longo dos anos”, referiu o primeiro-ministro.
A coleção do artista catalão passou para as mãos do Estado através da Parvalorem, que foi criada pelo Estado para gerir os ativos e recuperar os créditos do antigo BPN, nacionalizado em 2008. O anterior Governo quis leiloar a coleção e isso chegou a estar previsto, no entanto, os leilões foram sempre cancelados, depois do Ministério Público interpor processos contra a saída das obras de Portugal.