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Cinanima 2025 estreia categoria dedicada a “linguagens híbridas” e leva 110 filmes a Espinho

Cinanima 2025 estreia categoria dedicada a “linguagens híbridas” e leva 110 filmes a Espinho

De 7 a 16 de novembro, Espinho volta a ser ponto de encontro para os amantes do cinema de animação, com a 49.ª edição do Cinanima – Festival Internacional de Cinema de Animação. A programação, que se distribui por várias salas da cidade, contará com 110 filmes em competição, oriundos de 25 países, num alinhamento escolhido entre 2.300 candidaturas recebidas.

De acordo com o Porto Canal, uma das principais novidades deste ano é a criação da secção “All Aboard / Todos a bordo”, dedicada a obras que combinam animação com outras formas visuais. O objetivo, segundo a organização, é dar visibilidade à diversidade formal e à interseção criativa entre diferentes linguagens, promovendo uma visão mais plural e dinâmica da animação contemporânea.

As competições continuam a ser o núcleo do festival. Na categoria internacional de curtas-metragens, estarão em disputa 30 obras, incluindo três produções portuguesas: “Cão Sozinho”, de Marta Reis Andrade, “Porque Hoje é Sábado”, de Alice Eça Guimarães, e “Sequencial”, de Bruno Caetano. Já a competição de longas-metragens reunirá cinco títulos, cujos nomes serão revelados mais perto do evento.

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O Prémio António Gaio, reservado à competição nacional, será atribuído entre oito trabalhos. Além das três curtas portuguesas já mencionadas, integram esta seleção “Maleza”, de Carina Pierro Corso, “Pietra”, de Cynthia Levitan, “Saudade, talvez…”, de José-Manuel Xavier, “SweetSpot”, de Jorge Ribeiro e Paulo Patrício, e “The Hunt”, de Diogo Costa.

O Cinanima também mantém o seu papel de plataforma para novos talentos. Na competição estudantil, concorrem 23 filmes de escolas da Europa e de países como Chile, China ou Singapura. Haverá ainda uma secção para jovens realizadores, que distingue trabalhos de menores de 18 anos e de cineastas dos 18 aos 30 anos. A organização sublinha que estas categorias têm sido, ao longo da história do festival, um espaço privilegiado para o aparecimento de criadores que usam a animação como forma de expressão artística.

O festival é promovido pela Cooperativa Nascente e, segundo os responsáveis, esta edição reforça “a aposta na vitalidade e diversidade da animação mundial, sem esquecer a valorização de obras nacionais de qualidade”.

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