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Câmara do Porto esclarece escolas e lares da cidade sobre medidas preventivas

Câmara do Porto esclarece escolas e lares da cidade sobre medidas preventivas

Para prevenir a propagação da Covid-19, a Câmara do Porto realizou sessões de trabalho junto das escolas e lares da cidade, que serviram para esclarecer as orientações e procedimentos a adotar, bem como informar sobre procedimentos de descontaminação de espaços e medidas preventivas e corretivas.

Agrupamentos de escolas e escolas secundárias, bem como lares e estruturas residenciais para pessoas idosas da cidade do Porto, foram convocados para esta iniciativa da Câmara do Porto, através do Pelouro da Educação, em articulação com as autoridades de saúde e a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE).

O objetivo era o de preparar estas instituições para os desafios colocados pela pandemia, associados aos constrangimentos da entrada do país em situação de contingência, a partir de terça-feira, dia 15 de setembro.

As sessões tiveram início na quarta-feira, tendo terminado esta sexta-feira, num encontro que contou com a presença do presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, e dos vereadores da Educação, Fernando Paulo, e da Proteção Civil, Cristina Pimentel.

“Pretendemos que o novo ano letivo inicie com a maior normalidade possível, apesar da situação de pandemia que vivemos”, disse Rui Moreira, salientando que “as Direções dos Agrupamentos são os nossos parceiros de todos os dias, com quem construímos uma relação de grande confiança e uma forte colaboração, e a quem quero agradecer o trabalho de proximidade, a permanente disponibilidade e profissionalismo. Mas temos também reunido com as Associações de Pais e procuramos mobilizar todos os recursos dos diversos serviços da Câmara para que esteja tudo preparado para receber os cerca de 25.000 alunos que estudam nas escolas do Porto”.

O autarca destacou a “colaboração entre todas as partes: Educação, Saúde, Autarquia, para que as escolas sejam um espaço seguro para as nossas crianças e jovens e para quem lá trabalha. Mas também para as famílias, para a comunidade e para a cidade” e frisou que “o cumprimento das determinações do Governo e das orientações da Direção-Geral da Saúde são fundamentais”.

Já o delegado regional do norte da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, Sérgio Afonso, assegurou que “as escolas são um lugar seguro. Não é possível garantir que não haja problemas, mas há um protocolo a seguir. É preciso um cumprimento rigoroso dos planos de contingência”, disse o responsável, citado pelo Porto.

Para Sérgio Afonso, é importante o regresso do ensino presencial. “Nada substitui a relação pedagógica entre os professores e os alunos. É absolutamente essencial o regresso presencial, as crianças e jovens precisam dele, mas avaliaremos a evolução da situação pandémica”, concluiu.

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