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Autarca de Gaia ordena auditoria à Gaianima por ilegalidades

Autarca de Gaia ordena auditoria à Gaianima por ilegalidades

Eduardo Vítor Rodrigues avançou que “o caso da Gaianima é indício claro de dolo” e que “basta ler o relatório [de contas] para perceber o desvio de seis milhões”.

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O presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, suspeita de gestão dolosa, violação da Lei dos Compromissos e empolamento de receita na empresa municipal Gaianima, razão pela qual ordenou uma auditoria externa e a comunicação ao Ministério Público e Procuradoria-Geral da República. No final da reunião de câmara realizada esta segunda-feira, durante a qual foi apreciado e aprovado o relatório de contas daquela empresa, Vítor Rodrigues adiantou que “os dados da Gaianima serão enviados para o Ministério Público depois de aprovados em Assembleia Municipal, na próxima semana”. Segundo defendeu, “o caso da Gaianima é indício claro de dolo” e “basta ler o relatório para perceber o desvio de seis milhões e Lei dos Compromissos violada”. Na sua declaração de voto, o presidente da autarquia gaiense sublinhou o “volume de dívidas e compromissos plurianuais muito elevado, muito dele não inscrito nas contas anteriores, ou camuflado nas contas anteriores, sob a forma de previsões de receita sem qualquer sustentação” e ainda “um conjunto de decisões (…) sem cabimentos e violando a Lei dos Compromissos”. Além disso, denunciou a existência de “contratos milionários, faturados, mas sem que se vislumbre a sua execução ou o seu cumprimento por parte do fornecedor”, de documentos “maquilhados”, para além de “decisões erradas e dolosas para a empresa e para o erário público” e até “contratos de pagamentos avultados a agentes políticos” e avenças no valor de “dezenas de milhares de euros” a pessoal cuja única função “era receber salário”.

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