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Artistas Unidos, Cornucópia e Ricardo Pais regressam ao TNSJ

Artistas Unidos, Cornucópia e Ricardo Pais regressam ao TNSJ

O primeiro trimestre da programação, apresentado ontem em conferência de imprensa, arranca esta quarta-feira com “Quando Muito o Mínimo” – frase de “Pioravante Marche”, do escritor Nobel da Literatura Samuel Beckett, co-criação de Carla Maciel, Gonçalo Waddington, Sofia Dias e Vítor Roriz. Segue-se o regresso do encenador Ricardo Pais com “Sombras”, espetáculo que estreou no Porto, em 2010, e que seguirá para Moscovo e para o Rio de Janeiro. O TSNJ vai também ser palco dos trabalhos dos Artistas Unidos e do Teatro da Cornucópia, respetivamente “A Estalajadeira”, de Carlo Goldoni, com encenação de Jorge Silva Melo, e “Os Desastres do Amor”, a partir de Marivaux, com encenação de Luís Miguel Cintra. Em fevereiro, a entidade vai acolher “A Controvérsia de Valladolid”, de Jean-Claude Carrière, uma encenação de João Mota para assinalar os 40 anos da Comuna.
Entre os dias 21 de fevereiro e 23 de março, o ciclo de solos, que arrancou em 2010, voltará aos palcos do Teatro Carlos Alberto (TCA) e do Mosteiro de São Bento da Vitória (MSBV), com cinco peças. O MSBV receberá o colóquio “O Público Vai ao Teatro”, a 9 de fevereiro, assim como a mostra documental “Teatro e Comunidade”, uma produção PELE – Espaço de Contacto Social e Cultural, entre 28 de fevereiro e 14 de março.
O trimestre terminará com a estreia absoluta de uma co-produção do Teatro da Rainha e do TNSJ, com o título “Fernanda – Quem Falará de Nós, os Últimos?”, acompanhada da exposição “Fernanda Alves”, assinada por Nuno Carinhas, dedicada à atriz e encenadora portuguesa, companheira do escritor, jornalista e tradutor Ernesto Sampaio, falecida em 2000.

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