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António Parada exige fundo de emergência social para pescadores de Matosinhos

António Parada exige fundo de emergência social para pescadores de Matosinhos

“Exige-se que se ative um apoio ou um fundo de emergência social para ajudar os pescadores e os armadores. Estão todos a passar fome, estão todos a passar dificuldades e nós não podemos ser tolerantes nem passivos com esta situação”, sublinhou, lamentando que “o governo descore, por completo, a comunidade piscatória, não só a de Matosinhos mas a do país”. O socialista adiantou ainda que, esta semana, vai promover um documento que pretende entregar ao Governo e a todos os partidos com assento parlamentar, dando conta “da realidade que se vive no seio da comunidade piscatória” local.
Aos jornalistas, o armador Hugo Bento, mestre da embarcação “Mestre Virgílio”, reconheceu que há já três meses que a faina “é péssima”, sendo muito difícil “segurar as tripulações”. A sardinha é escassa e o carapau acaba por ser vendido a “um ou dois euros o cabaz, que tem 22 quilos”. As dificuldades já fizeram com que Hugo bento perdesse três colaboradores, que optaram por deixar Portugal em busca de novas oportunidades. “Não adianta ir ao mar, sardinha não há e é impossível aguentar esta situação”, confessou o pescador.

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