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AMP vai ter plataforma para avaliação da qualidade dos transportes

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A Área Metropolitana do Porto (AMP) terá uma plataforma para gerir e avaliar a qualidade do serviço do transporte. O “Mobi2Link” é um projeto do consórcio Efacec, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), da Transdev e da OPT que aguarda fundos comunitários.

“O consórcio formado pela Efacec, FEUP, Transdev e OPT está a submeter uma candidatura ao Portugal 2020 com o Projeto Mobi2Link que tem como objetivo a implementação de um conceito inovador de plataforma multimodal e multioperador para gestão em tempo real da mobilidade, que terá como âmbito territorial a área metropolitana do Porto”, pode ler-se no acordo de cooperação.
O novo instrumento irá disponibilizar uma “forma efetiva de avaliar a qualidade do serviço de transporte como um todo”, permitindo, entre outros, identificar e quantificar desvios em relação ao planeado, sinalizar falhas de interligação entre diferentes modos de transporte e identificar novos focos de mobilidade.
A plataforma irá também disponibilizar informações em tempo real quer ao público, sobre a disponibilidade e estado dos serviços, quer aos diferentes operadores, sobre o estado dos corredores de transporte.
Agentes de mobilidade urbana, como autoridades de transporte ou operadores de transportes coletivos, terão ainda acesso a informações que lhes permitam “reagir e prevenir quebras de serviço” e “promover a intermodalidade”.
Prevê-se ainda a “implementação de um projeto-piloto demonstrador das tecnologias desenvolvidas que terá como utilizadores finais um dos copromotores (Transdev) e um conjunto de parceiros (entidades públicas de gestão de mobilidade)”.
Para participar no projeto, o consórcio convidou a Câmara Municipal de Gaia, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, a Área Metropolitana do Porto e a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP).
O acordo de cooperação, em debate na reunião de segunda-feira em Gaia, prevê que os serviços da autarquia testem o software e a plataforma durante o seu desenvolvimento.
Em caso de sucesso, e nas condições financeiras adequadas, a câmara informa que pretende utilizar “assim que estiver pronto para o mercado”.

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