Uma bailarina de skate começa por confessar ao público “não saber nada” de História. Mas, logo em seguida e perante os olhos de quem assiste, começa a desenhar um pequeno país e a formar um mapa mundi, corrigindo-o com a História de mais de 1200 anos.
Nesta longa viagem, que se estende até aos dias de hoje, assistimos de modo crítico à “constituição da(s) identidade(s) portuguesa(s), em diálogo com as realidades política, cultural e económica mundiais”, explica o portal de notícias do Porto,
“Quem somos, hoje e aqui, neste país pequeno que faz por caber numa Europa cansada?; De que forma nos foi contada a nossa História? Como gostaríamos de continuar a escrevê-la?; Como podemos ser melhores portugueses?”, são algumas das questões levantadas no espetáculo.