O diretor artístico do FITEI, Gonçalo Amorim, revelou que foram “24 dias intensos” ao longo dos quais se realizaram dois concertos, um colóquio internacional, duas residências, seis ações de formação, 17 conversas pós-espetáculo, dois lançamentos de livros e um de um disco, uma festa e as 44 récitas por 17 companhias de seis países.
Segundo o responsável, “a forma com mais tempo com que foi preparado o FITEI deste ano refletiu-se na forma como decorreu o FITEI. Este ano em vários aspetos tivemos um melhor desempenho: mais cobertura da parte da imprensa, melhor comunicação, mais público”.
À espera da abertura dos concursos por parte da Direção-Geral das Artes, o FITEI espera conseguir “fechar a programação ainda mais cedo” para 2017, ano em que se assinala o 40.º aniversário do festival.
Para o ano, o FITEI está subordinado ao tema da “comunidade e da memória”, explicou o diretor do evento, que pretende que o festival abranja ainda “os processos metodológicos que fazem chegar à memória, como a história oral ou a relação com o espaço público”.
Depois de uma edição com destaque para vários espetáculos internacionais, Gonçalo Amorim sublinhou que em 2017 se pode esperar semelhante programação, adiantando já a presença da peça “Pájaro”, da chilena Trinidad González, e o desejo de “recuperar a relação com o Brasil”.