PUB
Sogrape - Mateus Rosé

35.ª edição do Festival “Fazer a Festa” arranca com exposição no Carlos Alberto

35.ª edição do Festival

PUBLICIDADE - CONTINUE A LEITURA A SEGUIR
O festival “Fazer a Festa” arranca esta sexta-feira com a sua 35.ª edição, que decorre até 1 de maio entre o Porto e a Maia, com a inauguração da exposição “Autópsia de um festival de teatro” no Teatro Carlos Alberto.

A exposição, cujo título completo é “Para lá da memória dos 35 anos do Fazer a Festa – Autópsia de um festival de teatro”, abre às 17h e tem curadoria de José Maia, com vídeo de Eduardo Morais e Sara Santos Silva, para além de direção artística de José Leitão.
“Dez dias seguidos de teatro, dança, música, exposições, encontros e tertúlias, com espetáculos para adultos, infância e juventude, públicos familiares e escolares. Teatro de câmara e de rua, performances, novo circo e ‘clowns’, leituras de peças e contos. Participam oito companhias de teatro, cinco nacionais e três estrangeiras, provenientes da Galiza-Espanha, Brasil e Cabo Verde, num total de 17 representações”, pode ler-se no programa do evento, organizado pelo Teatro Art’Imagem.
O diretor, José Leitão, realçou que continuam “à procura de melhores dias” para recuperar “o fulgor que [o Fazer a Festa] teve noutros tempos”.
O festival vai ter sessões nos Jardins da Casa das Artes e no Salão Nobre da Junta de Freguesia do Bonfim, na cidade do Porto, e na Quinta da Caverneira, na Maia.
Este domingo, na Junta de Freguesia do Bonfim, no Porto, vai decorrer uma reflexão pública sob o título “Que fazer com o Fazer a Festa, 35 anos depois?” para a qual a organização do festival convida os artistas e as companhias que “determinaram o rumo deste festival” ao longo de mais de três décadas.
“Já vamos para o terceiro ano da nova era artística e cultural da cidade, tudo depressa, muito depressa e sempre muitas coisas a acontecer. O Fazer a Festa devagar, devagar, continua a lutar para não morrer. Procuramos soluções, caminhos de futuro para que o festival continue ou então executar a sentença de morte anunciada. Chegados aqui, que fazer?”, questionam os organizadores.
O orçamento da edição deste ano é de 65 mil euros, “tendo apenas conseguido para a sua realização cerca de 15 mil euros em ‘dinheiro vivo’ provenientes da Direção Geral das Artes/Ministério da Cultura e do Instituto Português do Desporto e Juventude”.

PUBLICIDADE - CONTINUE A LEITURA A SEGUIR

PUB
Pingo Doce- Revista Sabe Bem