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14 candidatos disputam liderança da Universidade do Porto

14 candidatos disputam liderança da Universidade do Porto

A Universidade do Porto recebeu 14 candidaturas ao cargo de reitor, das quais três nacionais e 11 internacionais, confirmou fonte oficial da instituição.

O prazo para apresentação das candidaturas terminou a 8 de março e a Comissão Eleitoral vai agora proceder à análise das propostas para verificar se cumprem todos os requisitos formais e substantivos exigidos para a sua validação.

Lista final de candidatos divulgada a 27 de março

Após esta fase de verificação, os candidatos dispõem de um período de recurso entre 16 e 22 de março. A lista definitiva e os nomes dos candidatos aceites serão conhecidos a 27 de março.

A eleição do 21.º reitor da história da Universidade do Porto está marcada para 24 de abril de 2026.

Diretor da Faculdade de Medicina volta a concorrer

Segundo o Porto Canal, entre os candidatos nacionais está Altamiro Costa Pereira, atual diretor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

O professor, de 67 anos, apresenta-se pela terceira vez à liderança da universidade. A primeira candidatura ocorreu em 2002, quando ficou em segundo lugar, e a segunda em 2022, concorrendo com o atual reitor.

Mandato atual chega ao fim

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O atual reitor, António de Sousa Pereira, não poderá recandidatar-se por ter atingido o limite legal de mandatos.

Entre as propostas defendidas por Altamiro Costa Pereira no documento de candidatura está a necessidade de promover um debate alargado sobre o futuro territorial e organizacional da universidade, incluindo a criação de um novo campus na Área Metropolitana do Porto.

Outra das prioridades apontadas passa por adaptar a universidade às novas exigências do mercado de trabalho, nomeadamente às transformações associadas à revolução digital e à inteligência artificial.

Polémica recente na Faculdade de Medicina

Altamiro Costa Pereira esteve recentemente envolvido numa polémica relacionada com 30 candidatos ao curso de Medicina, que foram inicialmente informados por e-mail de que teriam entrada na faculdade sem cumprir a classificação mínima exigida.

O caso levou a críticas da Federação Académica do Porto e motivou pedidos de esclarecimento no Senado Académico e no parlamento.

Segundo o Governo, o Ministério da Educação nunca pressionou a universidade para admitir os candidatos fora do enquadramento legal.

Com o processo eleitoral agora em curso, a Universidade do Porto prepara-se para escolher a nova liderança que assumirá funções para o mandato 2026-2030.

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